Na corda-bamba

Estou aqui. Oscilando…
Quero compartilhar minhas emoções flutuantes…

Na hora que criei isso aqui me lembrei de uma admonição que ouvi bastante durante a minha infância. Quando eu fazia algo que desagradava a família, logo me perguntavam:

“Tá doida?”

Em seguida vinha o complemento:

“Doido também apanha!”

Enfim, aqui estou eu, com a diferença de que não apanho mais fisicamente. As surras foram substituídas por assédio moral e atualmente um silêncio mortal. Melhor assim. Deixei de ser caçadora de mim.